Mostrar mensagens com a etiqueta Vida Cívica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vida Cívica. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de março de 2019

Momentos e reportagem da conferência “A Escultura, Viagem e Mensagem”




“A ESCULTURA, VIAGEM E MENSAGEM” POR AFONSO PINHÃO FERREIRA
Póvoa de Varzim, 26.03.2019
O Rotary Club da Póvoa de Varzim promoveu, ontem à noite, uma Conferência subordinada ao tema “A Escultura, Viagem e Mensagem”, proferida pelo Professor Doutor Afonso Pinhão Ferreira, no Axis Vermar.
O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, bem como o Vice-Presidente, Luís Diamantino, estiveram presentes na sessão.
O conferencista revelou que “apesar de não ser um Professor Universitário da Área da Escultura, ao longo dos anos, tenho-me preocupado em conhecer a evolução da escultura e da pintura, das artes clássicas”. Daí que nesta conferência tivesse apresentado uma leitura que faz da evolução da escultura ao longo do tempo, ou seja, uma viagem até aos nossos dias, e o que a mesma diz às pessoas ao longo dos anos.
Afonso Pinhão Ferreira referiu que a escultura tem uma viagem até à escultura moderna e contemporânea no início do século XX com as grandes correntes artísticas. Neste sentido, enumerou as várias correntes explicando a sua evolução e diferenças: Escultura Expressionista; Futurista; Cubista; Construtivista; Dadaísta; Simbólica; Surrealista e Abstrata.
Para o Professor Catedrático da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto a 1ª Arte Clássica é a Música, a 2ª Artes Cénicas (dança, teatro, coreografia), a 3ª Pintura e a 4ª Escultura.
Na sua viagem pela escultura, Afonso Pinhão Ferreira transmitiu que “a escultura foi, durante muitos anos, a memória volumétrica do corpo ausente. A evocação do corpo desaparecido ou não presente é central na história da escultura. A escultura nasceu de outra atividade mais antiga: a Estatutária. E a estatuária sempre foi a evocação da ausência”. Revelou ainda que “o modernismo e contemporaneidade reavivaram o conceito de escultura. A escultura vive de volume e, como tal, de espaço e o espaço serve para fazer um corpo viver. A escultura passou a ser o género artístico mais difícil de definir porque a sua amplitude não tem exterior. Há uma dificuldade de colocação da escultura na sua relação com a arquitetura e a paisagem e a escultura surge como «não arquitetura e não paisagem»”.
No que se refere à mensagem da escultura, o conferencista referiu que “pode ter uma mensagem identitária, de coesão social, de chamar a atenção para um facto social e pode, inclusivamente, ter uma ação política trazendo temas para o erário público que toquem a sociedade em alguns aspetos”.
Afonso Pinhão Ferreira considera que “o papel da arte é muito importante porque é através da arte que nos apercebemos que há algo de diferente do rotineiro do dia-a-dia. A arte é também trazer qualquer coisa de estranho, de diferente do habitual e, por isso, pode ter um papel muito importante na sociedade e no pensamento humano”.
Ao longo da sua apresentação, o conferencista deu a conhecer os mais variados artistas, de diferentes nacionalidades e também portugueses, que se destacaram na área da escultura.
Afonso Pinhão Ferreira disse que nos últimos 20 anos a Póvoa de Varzim adquiriu arte com muita qualidade e enumerou algumas peças na nossa cidade e terminou partilhando com os presentes que foi o escultor e amigo José António Nobre quem o incentivou a dedicar-se à escultura. Revelou que a primeira peça que produziu foi a porta da Ortopóvoa, a sua Clínica de Ortodontia e Reabilitação Orofacial, a que se seguiram tantas outras.
Questionado sobre qual a peça que lhe deu mais gosto realizar, prontamente respondeu que foi a última, a propósito do centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner: “mal vai se um artista, quando faz uma peça, não põe todo o seu conhecimento, experimentalismo subjacente e cultura que adquiriu até ao momento naquela nova peça. A última peça tem que ser sempre aquela que gosto mais”.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Convite da Conferência "A ESCULTURA, VIAGEM E MENSAGEM”

O Rotary Club da Póvoa de Varzim, na pessoa do Presidente da Direcção 2018/2019, Companheiro José Santos Silva, convidou-me para proferir uma conferência, subordinada ao tema “A ESCULTURA, VIAGEM E MENSAGEM”, no dia 25 do corrente mês de Março, às 21.30 horas, no Hotel Axis Vermar, na Póvoa de Varzim. Conto com a vossa presença..

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Perigoso é… de Annabela Rita e Isabel Ponce de Leão

Perigoso é… de Annabela Rita e Isabel Ponce de Leão, Edições Esgotadas, 2018.
Participei com um texto intitulado “Perigoso é…calar a arte”. Recomendo a leitura.

sábado, 20 de outubro de 2018

Notícia da apresentação da escultura "CEGO DE MAIO" no Museu Municipal da Póvoa de Varzim

Partilho convosco uma notícia que saiu no jornal A Voz da Póvoa. Destaco em tom de agradecimento as palavras do Senhor Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Eng.º Aires Pereira, a propósito da escultura comemorativa dos 200 anos do "Cego de Maio" de minha autoria

Escultura Comemorativa dos 200 Anos do CEGO DE MAIO




Cego de Maio, ou José Rodrigues Maio, é a figura mais representativa da cidade da Póvoa de Varzim. É visto como o herói local, tinha como marca familiar o meio-sarilho. Era pescador sardinheiro, herói salva-vidas. Nasceu na Rua dos Ferreiros e faleceu na sua casa na Rua de Poça da Barca (expansão da Rua da Areia), hoje denominada Rua 31 de Janeiro. Aquando da sua morte, as câmaras da Póvoa de Varzim e Esposende lançaram votos de pesar. Galardoado com a mais alta condecoração do Estado, o Colar de Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e a medalha de ouro da Real Sociedade Humanitária do Porto, colocadas pessoalmente pelo Rei D. Luís I pelas vidas que salvou no mar da Póvoa de Varzim. Contam as gentes da Póvoa que quando o rei o condecorou, o Cego do Maio retribuiu o seu presente com um punhado de conchinhas, dizendo: "Tome lá ó Ti' Rei, uns beijinhos para as suas criancinhas brincarem!''

sexta-feira, 29 de junho de 2018

À conversa com...

29 JUNHO, pelas 17h00, no Jardim de Santa Bárbara em Braga
PERFORMANCE MUSICAL de Henk van Twillert & Vento do Norte, à conversa com Afonso Pinhão Ferreira
Na abertura da Feira do Livro de Braga 2018 a escultura materializa os escritores, enquanto que a música e a voz materializam as obras literárias desses escritores. A propósito da exposição de oito esculturas de Francisco Simões no Jardim de Santa Bárbara, conversa-se sobre artes plásticas e textos literários, ao som da performance artística de Henk van Twillert & Vento do Norte, músicos (apaixonados e talentosos) que combinam uma visão moderna da música de câmara com interpretações únicas.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Convite para a sessão "POÉTICAS VISUAIS" na Feira do Livro de Braga


CONVITE PARA A SESSÃO "POÉTICAS VISUAIS"

No dia 27 de Junho de 2018, no Jardim de Santa Bárbara, no âmbito da abertura 
da Feira do Livro de Braga, foi inaugurada a Exposição de Escultura do meu amigo Francisco Simões, a qual contou com a performance musical de Henk van Twillert & Vento do Norte. Recebi um honroso convite para ser conferencista no evento.



domingo, 10 de junho de 2018

Momento fotográfico após a minha palestra "ACÇÃO PREVENTIVA É SINÓNIMO DE GESTÃO PRODUTIVA" (SPEMD 2018)

Entre amigos na Fundação Cupertino de Miranda após a apresentação da minha palestra 
sob o título de ACÇÃO PREVENTIVA É SINÓNIMO DE GESTÃO PRODUTIVA 
inserida no fórum AS FERRAMENTAS DO FUTURO PARA UMA BIA SAÚDE ORAL, 
organizado pela Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicina Dentária (SPEMD) 
e patrocinado pela COLGATE.